domingo, 29 de maio de 2016



Projeto na Escola

          A aula desenvolvida pela Professora Maria de Lourdes no dia 30/04/2016, nos proporcionou repensar a aplicação de projetos na escola.
O projeto é a ressignificação do espaço escolar; a sala de aula passa a um ambiente dinâmico de interação, de relações pedagógicas e de construção de conhecimento. É um caminho a ser seguido para alcançar resultados. As etapas de um projeto requer a participação de todos os envolvidos (planejamento, execução e avaliação).
O projeto proporciona ao aluno tornar-se sujeito do seu processo de aprendizagem, conquistando sua autonomia intelectual no contexto de suas relações socioculturais, pois estimula a curiosidade e um nível mais elevado de raciocínio.
Minha experiência trabalhando projetos é muito curiosa, pois como professora desenvolvi alguns projetos em sala de aula, dentre eles um marcou muito, um projeto interdisciplinar desenvolvido pela empresa Nestlé, juntamente com o MEC, com a participação de jovens de todos os estados brasileiros, os quais teriam que escrever uma bela frase sobre a alegria de ser brasileiro. A frase do meu aluno foi escolhida e ele ganhou como prêmio uma viaje a Brasília junto com sua professora de história para participar do desfile de 07 de setembro, conhecer o presidente da época e assistir um show da cantora Daniela Mercury. Foi uma conquista, uma alegria e um orgulho muito grande para toda a equipe escolar, o aluno e sua família. 


sexta-feira, 29 de abril de 2016

O PEDAGOGO NOS ESPAÇOS NÃO ESCOLARES



O campo de trabalho do pedagogo não se limita mais às escolas. As possibilidades são as mais variadas: organizações sociais, brinquedotecas, clubes, hotéis, desenvolvimento de materiais e metodologias para a educação à distância e, até, empresas e hospitais. E isso se dá ao fato de que a aprendizagem, cada vez é mais valorizada na sociedade do conhecimento.
A atuação dos pedagogos nos setores de recursos humanos de empresas tem como objetivo aprimorar os processos da empresa por meio da valorização do conhecimento e da aprendizagem. Ou seja, trabalham para a instalação de uma cultura de formação continuada e de constante busca de informações e conhecimento com a finalidade de melhorar a qualidade do atendimento dos clientes e o relacionamento com os funcionários.
Em minha pesquisa sobre a pedagogia empresarial, pude destacar a importância do pedagogo neste setor, é respeitado e as pessoas reconhecem a importância de sua função, já que lidam diretamente com o coração da empresa “os funcionários”. Talvez algumas empresas não saibam como explorar o conhecimento que trazem estes profissionais, mas a adaptação maior está em nós pedagogos por se uma área de atuação nova.
Geralmente quando as pessoas decidem por fazer pedagogia, visam o desejo de trabalhar com crianças, mas com o fluxo de competitividade na área educacional, alguns pedagogos procuram outros campos. Hoje, dentro da pedagogia o leque de oportunidades é amplo, podemos trabalhar em hospitais, empresa. E as principais vantagens são a valorização profissional e a satisfação pessoal.


Referências:


segunda-feira, 30 de novembro de 2015

REFLEXÃO SOBRE A LINGUAGEM MATEMÁTICA E A LINGUAGEM MATERNA

REFLEXÃO SOBRE A LINGUAGEM MATEMÁTICA E A LINGUAGEM MATERNA


Aprender matemática na escola é deparar-se com um mundo de conceitos que envolvem leitura e compreensão, tanto da linguagem materna e da linguagem matemática. E como a resolução de problemas é um dos pontos críticos da matemática, ler e compreender implica decodificar, atribuir e construir significado. Assim, podemos dizer que ler e compreender um problema matemática significa saber decodificá-lo linguisticamente, reconstruí-lo no seu significado.
Podemos assim compreender que a aprendizagem da matemática é mediatizada pela linguagem, um par complementar. Entendemos que a busca da compreensão precisa é natural na matemática, mas não é assim no uso corrente da língua, pois a língua materna se forma com a necessidade de expressão e comunicação de pensamento.
É indispensável ressaltar o quanto habilidades matemáticas são importantes para o exercício da cidadania e o professor deve respeitar o modo pelo qual as crianças realizam seus registros, permitindo que ela estabeleça aquilo que ela sabe de forma espontânea e criativa.


Referências bibliográficas:



terça-feira, 22 de setembro de 2015

PLANO DE AULA


Título: O Teatro na infância: vivenciando o jogo teatral

 

Objetivo:

Desenvolver o campo integral e harmônico da criança; integrar a criança no seu meio ambiente; valorizar o conjunto grupal de participações.

 

Público alvo:

Alunos dos anos iniciais de 06 a 08 anos.

 

Material:

 Aparelho de CD, diversos CDs e corda.

 

Desenvolvimento:

Os alunos precisam ter conhecimentos sobre o teatro, tais como: espaços do teatro, funções desses espaços, pessoas que ali trabalham, dentre outras características. Paralelamente à aula é importante desenvolver junto às crianças um trabalho com jogos teatrais. Um fundo musical sempre presente durante a aula.

Em um primeiro momento, a atividade se inicia com a vivência de um jogo tradicional (pular corda, pato pato ganso) em um determinado cenário (toca, rua).

No segundo momento: será introduzido gradativamente o jogo teatral. Divide-se a turma em três ou quatro grupos. Depois sugiro em cada grupo a representação de um lugar (uma praia, um cinema, uma escola) nesse momento será explorado o onde. Cada grupo e nesse momento os grupos que não estão representando são a plateia. A apresentação se dará através de gestos, eles não podem falar apenas representar. Os grupos tem um tempo para poder ensaiar (por volta de vinte minutos), depois cada grupo apresenta.

No terceiro momento: Ao final de cada apresentação a plateia tem a oportunidade de avaliar o grupo, informando se o grupo conseguiu mostrar onde estavam. A avaliação neste momento não tem a função de apontar erros e sim soluções, para a comunicação palco/plateia e nesse momento devo estimular a plateia a sugerir outras possibilidades. Além da avaliação vou sugerir através de desenho, que as crianças retratem o que vivenciaram naquele dia, como uma forma de síntese da aprendizagem.

 

Avaliação:

            Ao final da aula devo perceber se os alunos conseguiram:

·         Participar da vivência dos jogos tradicionais e dos jogos teatrais;

·         Registrar as vivências realizadas.

 

Endereço do meu BLOG:


 

Referências bibliográficas:


 

 

 

 

 

 

 

 

 

domingo, 30 de agosto de 2015

 
PRODUÇÃO DE UMA HISTÓRIA EM QUADRINHOS
Mito nº 04: “As pessoas sem instrução falam tudo errado”.
Esse preconceito linguístico está baseado na ideia de que o português correto é o que você vê no dicionário e conhece na escola e de certa forma é visto como grosseria, ignorância e até mesmo burrice, ou mesmo servir de gozação para alguns ignorantes que acreditam conhecedores da língua portuguesa.
A meu ver tudo isso é ridículo, pois não se trata da língua simplesmente, mas sim da fala e de onde fala, sendo notório que essas pessoas falam de acordo com seu contexto social. E são válidas suas formas de comunicação, pois são baseadas em seus convívios e relacionamentos regionais.
Referências Bibliográficas:
Pixton disponível em: http://Pixton.com/hq:4wh0h30e

sexta-feira, 19 de junho de 2015

LINGUAGEM


ATIVIDADE PARA ESTIMULAR A ATENÇÃO PARA A LINGUAGEM




Brincando com a memória


     
Material:
  •        Oito cartões nas cores azul, vermelha, amarela, verde, branca, preta, laranja e marrom.

     
     
Objetivo:
  •         Estimular a linguagem do aluno por meio de sua atenção.

     
     
Desenvolvimento:
  •       Os alunos devem sentar em roda;
  •       No meio, o professor colocará os oito cartões coloridos;
  •       O professor chama um aluno que deverá observar todos os cartões;
  •      Após a observação, o professor irá vendá-lo;
  •       Os outros alunos cantarão uma música infantil;
  •        Enquanto isso, o professor retira um dos cartões;
  •        Após o término da música, o aluno tira a venda e deverá perceber qual a cor está faltando;
  •         O professor segue essa atividade até que todos os alunos tenham participado.



Variações:
  •          Aumentar o número das cores;
  •          Utilizar cartões com desenhos, vogais, letras do alfabeto.



Observações:
  •  O professor deve promover momentos nos quais a linguagem seja requerida.
  •  O melhor ambiente estimulador da linguagem é aquele criado pelo professor.
  •  Esclareço que toda a atividade pode ser modificada, seguindo a necessidade de cada situação, localidade, aluno e professor.




REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:
Honora, Márcia – Dificuldades na Linguagem / Márcia Honora, Mary Lopes Esteves Frinzanco. São Paulo : Ciranda Cultural, 2009 - Coleção Fono na Escola.

quinta-feira, 28 de maio de 2015

Conheça as metas que compõem o Plano Nacional de Educação 2011-2020:

Meta 1: Universalizar, até 2016, o atendimento escolar da população de 4 e 5 anos, e ampliar, até 2020, a oferta de educação infantil de forma a atender a 50% da população de até 3 anos.
Meta 2: Criar mecanismos para o acompanhamento individual de cada estudante do ensino fundamental.
Meta 3: Universalizar, até 2016, o atendimento escolar para toda a população de 15 a 17 anos e elevar, até 2020, a taxa líquida de matrículas no ensino médio para 85%, nesta faixa etária.
Meta 4: Universalizar, para a população de 4 a 17 anos, o atendimento escolar aos estudantes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação na rede regular de ensino.
Meta 5: Alfabetizar todas as crianças até, no máximo, os 8 anos de idade.
Meta 6: Oferecer educação em tempo integral em 50% das escolas públicas de educação básica.
Meta 7: Atingir as médias nacionais para o Ideb já previstas no Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE)
Meta 8: Elevar a escolaridade média da população de 18 a 24 anos de modo a alcançar mínimo de 12 anos de estudo para as populações do campo, da região de menor escolaridade no país e dos 25% mais pobres, bem como igualar a escolaridade média entre negros e não negros, com vistas à redução da desigualdade educacional.
Meta 9: Elevar a taxa de alfabetização da população com 15 anos ou mais para 93,5% até 2015 e erradicar, até 2020, o analfabetismo absoluto e reduzir em 50% a taxa de analfabetismo funcional.
Meta 10: Oferecer, no mínimo, 25% das matrículas de educação de jovens e adultos na forma integrada à educação profissional nos anos finais do ensino fundamental e no ensino médio.
Meta 11: Duplicar as matrículas da educação profissional técnica de nível médio, assegurando a qualidade da oferta.
Meta 12: Elevar a taxa bruta de matrícula na educação superior para 50% e a taxa líquida para 33% da população de 18 a 24 anos, assegurando a qualidade da oferta.
Meta 13: Elevar a qualidade da educação superior pela ampliação da atuação de mestres e doutores nas instituições de educação superior para 75%, no mínimo, do corpo docente em efetivo exercício, sendo, do total, 35% doutores. Sete estratégias.
Meta 14: Elevar gradualmente o número de matrículas na pós-graduação stricto sensu de modo a atingir a titulação anual de 60 mil mestres e 25 mil doutores. Nove estratégias.
Meta 15: Garantir, em regime de colaboração entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os municípios, que todos os professores da educação básica possuam formação específica de nível superior, obtida em curso de licenciatura na área de conhecimento em que atuam.
Meta 16: Formar 50% dos professores da educação básica em nível de pós-graduação lato e stricto sensu, garantir a todos formação continuada em sua área de atuação.
Meta 17: Valorizar o magistério público da educação básica a fim de aproximar o rendimento médio do profissional do magistério com mais de onze anos de escolaridade do rendimento médio dos demais profissionais com escolaridade equivalente.
Meta 18: Assegurar, no prazo de dois anos, a existência de planos de carreira para os profissionais do magistério em todos os sistemas de ensino.
Meta 19: Garantir, mediante lei específica aprovada no âmbito dos estados, do Distrito Federal e dos municípios, a nomeação comissionada de diretores de escola vinculada a critérios técnicos de mérito e desempenho e à participação da comunidade escolar.
Meta 20: Ampliar progressivamente o investimento público em educação até atingir, no mínimo, o patamar de 7% do Produto Interno Bruto (PIB) do país.

·                       Após tomarem conhecimento das Metas que compõe o Plano Nacional de Educação (2011-2020) assistam aos comentários de Daniel Cara, coordenador geral da Campanha Nacional pelo Direto à Educação que conversou com a revista Nova Escola sobre os avanços e também desafios para o novo Plano Nacional de Educação. Questionamentos respondidos por ele:
- Qual o principal avanço na tramitação do PNE?
- Na sua opinião, quais são os pontos mais fracos do Plano?
- Qual é a força real do Plano para funcionar como política de Estado?

      E por fim, não deixem de conferir as reflexões sobre o Projeto e Metas do PNE traçados pela Consultoria Legislativa em abril de 2011 no site: pt.slideshare.net/pme-santoestevao/anlise-pl-8035-comisso-especial.